EMPRESÁRIO DE SUPERMERCADO: SAIBA 04 FATORES ONDE ESTA PERDENDO MUITO DINHEIRO

Perder dinheiro em um momento EM QUE HOUVE AUMENTO DAS VENDAS destoa do título deste post, mas ao final da leitura vai concluir o quanto ele corresponde à realidade dos supermercados.

Você como administrador do seu empreendimento de supermercado sabe da importância do gerenciamento. É um segmento de muita concorrência, margem muita pequena e nesse momento de pandemia onde quase tudo fechou os supermercados não fecharam.

Segundo dados de pesquisa da infovarejo 60% das lojas tiveram aumento de mais de 50% nas vendas de forma geral. Foi o seu caso?

Você bem sabe que aumento das vendas deve corresponder à rentabilidade. Qualquer erro compromete a saúde do negócio.

Tenho certeza que você acompanha muito de perto o tiket médio, o volume de vendas, o ABC das vendas, o fluxo de caixa e previsão financeira, administrando o capital de giro e a apuração dos impostos.

Normalmente pelas características de tantas variáveis, é quase certo que o seu regime de apuração dos impostos seja o do lucro real. Se estiver no lucro presumido deve rever com o seu contador.

O que vou descrever atinge com maior vigor o regime do lucro real, mais o regime tributário do lucro presumido também gera perda de recursos.

Esta questão é importante, porque deixar dinheiro na mesa em uma época difícil como a que estamos vivendo coloca em risco os resultados de qualquer empreendimento, não interessando qual o seu tamanho, pois conforme vai ver, o fator vender mais, significa perder mais também. Corrigindo os erros, aumenta a rentabilidade, e como reflexo, melhora o resultado econômico.

Saiba agora, 03 fatores que podem estar fazendo com que não tenha o resultado que deseje mesmo na época em que mais vende.

O primeiro fator, é que um supermercado tem um extenso cadastro de produtos com tributações distintas de PIS, COFINS, ICMS e IPI.  Isso aumenta os erros de cadastros do NCM, CST, CFOP etc ou de parametrização do estoque, ocasionando diversos erros na saída.

O segundo fator, é com o grande volume de produtos, ocorre uma tributação indevida na saída dos produtos adquiridos com tributação antecipada, que seriam aqueles monofásicos e substituição tributária ou até isentos.  Necessário lembrar neste item a venda por preço inferior ao MVA/IVA, que gera pagamentos indevidos de tributos acontecendo muito nos itens de bebidas, eletroeletrônico, materiais de construção, perfumes, cosméticos etc.

O terceiro fator, é a não apropriação de créditos tributários legítimos previstos na legislação, como é o caso das despesas utilizadas como insumos na industrialização de produtos, que é o caso da padaria, confeitaria, rotisseria e açougue, por exemplos.

É necessário lembrar ainda dos diversos insumos para fabricação de produtos e materiais de embalagem.

Muito normal ainda deixar esquecido os ativos imobilizados, como as máquinas, equipamentos, veículos, etc. Todas as despesas com combustíveis e fretes também devem ser consideradas para gerar créditos de PIS e COFINS.

O quarto fator, são os itens presentes na folha de pagamento. Supermercado demanda muito mão de obra e é natural haver rotatividade de profissionais. Você paga 20% de cota patronal previdenciária sobre o total da folha de pagamento. A questão é que o recolhimento da contribuição deveria incidir sobre a remuneração pelo trabalho, distinguindo aquelas verbas de natureza indenizatória que não fazem parte da base da hipótese da incidência da contribuição previdenciária de 20%.

Para melhor entendimento cito exemplo destas verbas: o aviso prévio indenizado com o 13º correspondente, bem como terço de férias e os 15 dias que antecedem o benefício de auxílio doença.

Você deve estar pensando, será que o meu contador está atento a todas estas questões? 

E antes que você responda já vou antecipar que não se trata dele ser competente ou não.

Esta questão é tão complexa que humanamente é impossível conseguir fazer uma parametrização das normas da legislação tributária com o seu complexo movimento econômico (compras e vendas).

O resultado não pode ser outro senão fazer pagamentos indevidos de tributos ou não se creditar de créditos legalmente previstos.

Não é exagero dizer que 90% das empresas sucumbem a este chicote fiscal todo mês.

E a razão é simples, para ser possível processar esta operação de auditoria todo mês, seria necessário ter uma estrutura consistente que mesclasse expertise fiscal humana, com suporte em inteligência artificial e Big data (banco de dados de normas fiscais atualizadas).

Somente este conjunto consegue identificar e efetuar ações corretivas e também recuperar créditos, de forma rápida e segura.

Quer cuidar da saúde do seu empreendimento, agregando resultado e eficiência no pagamento de tributos com economia, aumentando a lucratividade das operações com recuperação de ativos fiscais dos últimos 60 meses? 

Sim, é possível recuperar créditos fiscais pagos indevidamente e solicitar a compensação já no próximo mês via sistema de PERDCOMP – Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação.

Feito o relatório identificando os créditos, basta retificar as informações e pedir a compensação por meio do procedimento citado, que o seu contador pode operacionalizar mês a mês até consumir todo o crédito encontrado.

Só a título de exemplo, referente apuração de créditos na folha de pagamento. Digamos que sua folha seja de R$ 90.000,00 mil reais. 1/3 das férias corresponde a 30 mil reais, no qual foi recolhido 20% de Contribuição Patronal Previdenciária, resultando em R$ 6.000,00 mil reais. Considerando uma recuperação dos últimos 5 anos, só nesse item teria 30 mil reais a recuperar, devidamente corrigido.

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